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3 repercussões do movimento #MeToo 1 ano depois

O movimento #MeToo fez Hollywood tremer na base há cerca de 1 ano. Foi quando o produtor Harvey Weinstein, finalmente, caiu de seu pedestal. A atriz Alyssa Milano fez a primeira denúncia e propôs que outras mulheres usassem a mesma hashtag. Em poucos dias, dezenas de atrizes aderiram ao movimento.

Para quem não tem noção de quão grande foi o #MeToo, basta ver quem se pronunciou. Angelina Jolie, Lupita Nyong’o e Gwyneth Paltrow estão entre as atrizes assediadas pelo produtor. Um ano depois, o que mudou a partir desse movimento? É o que você confere a seguir.

Adeus, Harvey Weinstein

Uma coisa é fato: o movimento #MeToo expôs um sujeito que já deveria ter sido exposto há muito tempo, pois as histórias das atrizes ainda chocam. No local de trabalho, eram assediadas de várias formas, enquanto reuniões informais se transformavam em encontros na cabeça do assediador. Hoje em dia, Weinstein está morto para Hollywood: foi excluído da organização do Oscar e demitido de sua própria empresa. A equipe de advogados ainda briga para arquivar novas acusações, como a de abuso sexual de uma garota de 16 anos.

Força das mulheres (e das hashtags)

O movimento #MeToo trouxe à tona duas discussões importantes. A união entre as mulheres foi fundamental para dar suporte às denúncias de assédio, pois tamanha adesão criou um espaço acolhedor às vítimas. Outro ponto importante foi a demonstração do poder das redes, com outras hashtags ganhando força pelo Brasil. Por aqui, #meuamigosecreto e #primeiroassédio dominaram as redes.

Efeito dominó

Se Weinstein foi o criminoso em destaque pelo movimento #MeToo, outros seguiram caindo. Danny Masterson, da série The Ranch, foi demitido após acusações de assédio. Kevin Spacey perdeu o protagonismo em House of Cards com as acusações feitas por homens. Isso apenas para citar dois exemplos no mundo do entretenimento, mas o efeito dominó foi além. Esta semana, funcionários de todo mundo da Google se manifestaram pela punição adequada de executivos que cometem assédio. É um efeito dominó que segue e não tem perspectiva de parar tão cedo.

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