Saúde

Johnson & Johnson deve iniciar testes em humanos da vacina contra o coronavírus em setembro

vacina contra coronavirus pode ser testada em humanos ja em setembro

A Johnson & Johnson anunciou que irá testar uma vacina contra o coronavírus Sars-Cov-2 (Covid-19) em humanos já a partir do próximo mês de setembro.

Uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo e agora a Johnson & Johnson (J&J), relevou os planos para começar os testes da vacina experimental em humanos. Informações da própria organização, dizem que ela estaria pronta para uso emergencial já no início de 2021.

Investimento bilionário

A (J&J) comprometeu mais de US$ 1 bilhão em investimentos, juntamente com a agência americana BARDA (Biomedical Advanced Research and Development Authority) para co-financiar a pesquisa de vacinas, expandindo uma parceria anterior.

Já a alguns dias há um esforço global para o desenvolvimento de uma vacina contra este vírus que já foi responsável por matar mais de 35 mil pessoas no mundo e infectar quase 700 mil.

Porém mesmo com o empenho de todos os países a estimativa é que uma vacina realmente eficaz esteja pronta em no mínimo 1 ano.

No início deste mês de março um paciente recebeu uma dosagem da vacina Moderna Inc’s. Até então esta é a candidata principal na corrida do desenvolvimento de algo realmente viável.

A J&J informou que já está trabalhando em uma possível vacina contra coronavírus desde o último mês de janeiro. Ela está usando as mesmas tecnologias empregadas na vacina experimental contra o também temido Ebola.

Coronavírus está se espalhando pela China e se torna ameaça mundial.

Testes da vacina contra Covid-19

Diversos cientistas esta semana informaram que será necessário infectar propositalmente voluntários saudáveis para que a produção de uma vacina seja acelerada.

Cientistas liderados pela Universidade de Harvard alertam que a cada atraso do surgimento de uma vacina será acompanhado por milhares de mortes no mundo. Mas muitos estão correndo contra o tempo para fazer algo realmente eficaz.

Embora a abordagem de infectar voluntários saudáveis seja arriscada, diversos pesquisadores afirmam que esta técnica pode adiantar em vários meses o desenvolvimento de uma vacina.

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